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Aos poucos a vida lhe satisfaz, aos poucos. (Tem vezes em que a satisfação se torna sólida. Como uma pedra no meio do caminho, mas que você mesmo fez, e claro já ultrapassou. – E até o fim da vida você terá várias dessas.) Mas as vezes a vida lhe desatisfaz, aí você se desacredita de vez nisso, na vida.

Quando estiver morrendo, estará quase satisfeito. Quando estiver morto, vai esbanjar um carão de defunto satisfeito. Seu  último suspiro, creia, vai ser de satisfação.

Meu primeiro banheiro

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Terminei. Eu nem acredito. E num sei nem dizer como estou, algo até meio surreal.

É, foi a minha primeira lavada de banheiro, em 21 aninhos. É, 21 anos, pra muitos isso é motivo de vergonha, pra outras, orgulho. Pra mim nem um, nem outro. Já a experiência adquirida traz orgulho, aquilo que veio na hora certa, quando tinha que ser (meio papo de toda primeira vez…). Pois, vou lhes contar. Acho merecido.
Numa tarde quente, voltando da rua, sem nada pra fazer (fora aquele trabalho gigante de Planejamento), movida pelo espírito coletivo e até certa empolgação, decidi lavar o lavabo de cima (assim como foi sorteado) guiada por uma amiga, (a única com certas experiências na casa), peguei todo o material necessário e subi. Na mala peguei umas luvas trazidas prontamente do Brasil, calcei uma meia podre (uma que caminhp em contato direto com o chão de Madri, na volta de uma boate no centro, até minha casa…), coloquei uma Bossa Nova pra tocar, o cabelo já estava preso, e claro, foto tirada. Comecei (sempre gritando por helps de Santa Bruna).
A princípio tranqüilo, claro, na medida do possível. Limpando manualmente com lencinhos o sanitário e a pia. Nojo sim, mas nada que uns gritinhos não exorcizassem. Pronto, agora deveria vir a parte mais simples. Aquela com um troço, que vou chamar de escovão, mas que nada tem a ver com um escovão, detergente e água. Joguei o detergente pelo banheiro, água (vão aprendendo..) e me pus a “escovar” o chão, lugar pequeno, rapidamente já estava ensaboado. “E agora Bruna?” “Ah só passar água pra sair.” Simples não?! A porcaria do escovão só ensaboava mais o banheiro, e a água do balde com mais espuma ficava, e eu escovando, enxaguando, ensaboando, (claro, em meio a muitos gritos e respingos) e lembrando de Renata, a faxineira, Lúcia, Iraci, empregadas e toda e qualquer outra servente que já conheci, vi, ou imaginei. Porra, aquela merda não saia. E não havia Bossa que ajudasse, (ou conselho de mãe coruja, que me recomendou nas horas difíceis lembrar que estaria fazendo tais serviços em “Madri”, hora, podia ser em Paris, Londres, no Palácio Real, a dor nas costas seria a mesma) E haja trocar água do balde, e limpar os “tentáculos do escovão”, e só espumas na minha frente. Cansei. Desci, me vi na cozinha prestes a chorar, é, chorar! Quando me veio uma luz, vou tentar tirar com um pano, certo não temos pano de chão, mas temos aqueles lencinhos azuis, ótimo. E voltei a tentar, e mais espuma, eu já estava de joelhos no chão escorregadio, meias podres ensopadas. Lembrei do tapete cor de rosa que usamos desde a chegada e a pouco fora trocado. Peguei ele, molhei (pouco) e ainda ajoelhada, passei-o no chão, e foi assim que pouco a pouco fui conseguindo desensaboar aquele chão, que agora já é tão íntimo meu.
Trabalho terminado, luvas estendidas, mãos lavadas e devidamente hidratadas, ponho-me aqui a compartilhar com vocês essa experiência, que pra os leitores pode ter parecido boba, ou sem graça, mas que pra mim foi única. E todos aqueles clichÊs que se diz por aí, aquilo de valorizar o trabalho do outro, (algo que você só vai saber, realmente, fazendo), tirar proveito de toda e qualquer situação, descer ou subir a níveis ‘inimagináveis’ e blá blá blá.
Maas, quantas vezes mais terei que fazer isso até Janeiro? Bruuuna?? A resposta é: toda semana. Vale, espero que eu não tenha que voltar a falar sobre o assunto, já que treinamento leva a perfeição

Hasta La vista, babies.

 

*PUBLICADO NO http://calangootango.blogspot.com/ EM 24/09/2011

 

 

Mulher, mulher, mulher

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Eu sempre vou querer nascer mulher. Pra menstruar, sangrar. Acho isso de menstruação o máximo. O topo da mulher. São alguns dias com certo incomodo, mas com intensidade. Não sei, devo estar falando besteira. Mas se pesquisarmos aquelas histórias de força feminina, roda da mulher… certamente vai ter algo/alguém que concorda comigo. Apesar de eu ser meio contra essas coisas de mulheres unidas, mulher é melhor que o homem e blá, blá, blá.
Quero renascer pelo menos mais umas 8 vezes mulher. Mulher pra montar em cima, pra furar fila, pra ser mimada, estigmatizada, subvalorizada. Mulher pra andar rebolando, pra se vestir toda de preto numa noite escura e chuvosa, só pra usar um batom vermelho. Vermelho sangue. Mulher para ser melancólica como só ela, nessa mesma noite escura e chuvosa. Mulher para ser cantada por homens (e outras mulheres) de todo o tipo, por pedreiros numa obra, por garçons na calle Carretas, por surfistas na orla, por gatos na balada. Pra ser olhada de cima a baixo por professores, amigos, namorados, namorados de amigas, mulheres não muito amistosas, velhos secos, gordos nojentos, mendigos fedidos. Pra sentir muita raiva nessas horas. Pra não poder sair de casa até a padaria no seu vestidinho, sem ser chamada. Ficar muito puta com tudo isso. Mas no fundo talvez gostar, porque só sendo mulher. Olha, desculpa as feministas, as mal-amadas, aos hipócritas, mas isso é só um desabafo de momento, ser mulher tem dessas coisas sim.
Mas uma vez vou querer nascer homem.
Pra ter essas mulheres. Pra tirar o chapéu, reverenciar e piscar o olho ao vê-las passar. Vê-las passar, acompanhá-las e levá-las pra casa. Pra mimá-las, cansá-las, e enfadar-se delas também. Poder falar isso tudo sem ser tão julgado. Porque neguinho, o homem pode falar isso tudo, na maior maladragem, mas eu que sou mulher não posso, devo estar desmerecendo a ‘raça’. Tá vendo como ser mulher é difícil. Hahaha. Ser mulher é bom. Experimenta!

Esse carnaval é a minha Quarta-feira de Cinzas

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Hoje, soltando pipa na beira da praia me molhei toda num inesperado e delicioso banho de chuva. Com o mesmo vestido, e a mesma trasparência, que ha um ano acontecia no carnaval de recife. Lá eu senti frio, e me aqueci com a agito do carnaval, do samba. Hoje, na praia, estive quentinha, e nem esfriei quando fiquei quietinha dentro de casa, a ver o mar. Estava nublado, mas estava lindo. O mar está sempre lindo.

Europa na Idade Média

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Montaram uma arena no descampado que é a vista da janela do meu quarto, da sala também dá pra ver. Essa arena, através dos cartazes espalhados pela cidade, sempre soube que serviria de matadouro, de palco para a chamada ‘tourada’. Sempre com repudio e compaixão ‘esperei’ a data da tal ação, para estar longe de casa, ou de janelas bem fechadas.
Estava dormindo, fazendo minha siesta, quando acordo com trompetes, tambores e palmas. Deduzo que seja a tal matança. Existe uma banda tocando uma música funéria, ou o que era pra ser um alegro, não sei. Nunca ouvi musica mais triste, nunca ouvi algo mais sombrio. Eram os instrumentos e os aplausos, aquela velha mistura que por tantas vezes nos embalaram em danças, pensamentos… Como aquilo pode ser também algo tão negro e pesado? Logo se ouvem vozes, muitas vozes, risadas e mais aplausos. E o trompete ressonando. Isso se segue por pouco mais de 20 minutos. A tourada é rápida, menos pomposa do que imaginava.
Ainda deitada, imagino esses homens e mulheres, os carrascos e algozes, como um grande e nojento homem, como um pedofilo molestando ‘sua criança’, como também aqueles que por pura `não sei o que` assistiam/assitem a torturas e execuções de pessoas.
Quando me levanto e finalmente olho pela janela, vejo trÊs homens tradicionalmente vestidos, dos sapatos ao ego, saindo acompanhados por mais dois, não tão bem vestidos, mas também imundos. A ‘platéia’ vai ao delírio, são gritos e palmas (que remexem tudo aqui por dentro) para os matadores, para a tal cultura. Eles erguem chapéus e lenços brancos (?) o touro continua na arena, se debatendo. A cada movimento novos gritos e palmas. O asco e o horror já são tão fortes no meu peito, que escapa e chega ao meu rosto. A Dani, minha colega, já chegou a garganta, ela grita, xinga. Me valho dela, em mim o silêncio continua, a tristeza aumenta. Nunca imaginei que fosse tanto o que eu já imanava muito. O touro morreu as pessoas vão saindo, claro ainda gritando e rindo alto, como as bruxas dos contos de fadas. Logo uma música altíssima, um regaton, começa a tocar, passou, acabou o show de hoje.
Pra mim o espetáculo continua, estou de luto, mas saio de branco, a minha luta é pela vida, paz, pelo desenvolvimento.

Navidad

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Não escrevo nada sobre o Natal. O máximo foi isso.

Da cabeça aos pés.

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Aqui entre os seios, minúsculas bolhinhas de suor. Depois de um tempinho, vlup, passa uma gota, e desce. No couro cabeludo se sente o suor, entre a testa e os primeiros fios (já umedecidos) de cabelo, suor. Desce pro nariz, a sobrancelha apara pra que não chegue no olho, que mesmo assim arde. O buço cheio das bolhinhas, suor. De repente cai uma gota na orelha direita, ui, arrepio (só desse lado). O pescoço está suado, por gotas que já passaram, então vem o ombro, os braços. No braço direito a tatuagem fica meio turva, pelo suor, mas não se percebe muito. Mas se fecho os braços, ele gruda nas costelas. Suor. A barriga está molhada, toda aquela linha que segue no meio dela. O umbigo, suor. Se sinto as costas, suor, de cima a baixo. Embaixo, ali perto do cóccix, se passar a mão (naquela curvinha), dá pra senti-la molhada. Adivinha? Suor. A bunda, suada também. E ali naquela dobrinha, antes de chegar na coxa. Coxa suada, dentro e fora. Joelhos, meus joelhos também suam, e atrás deles. O suor ainda escorre pelo resto das pernas, panturrilha. No pé, talvez, um pouco em cima, no peito. O pé não está molhado, mas gelado. Acho que é um contraste.

Splish Splash

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Então, entrei nas lojas americanas da faculdade, pra comprar um chocolate qualquer e fazer hora pra aula, quando me deparo com uma estante com to-dos os CD´s do Rei! Gente, fiquei em choque, parei lá e por muito tempo fiquei, verificando cada disco, cada música. A todo momento me pegava dando uma risada, cantarolando uma musica mais alto… Bem decidi escolher logo meus cd´s e vazar. Decidir não é muito comigo mas… consegui. A caminho do caixa ainda me deparo com uma série de DVD´s em promoção (sabe que promoção e mulher…), me segurei e comprei só um filme, “As sandálias do pescador” que tem atuação do Vittorio De Sica, liguei pro meu pai só pra conferir a procedência. Aprovado. Bem peguei um chocolatinho, claro, e fui pro caixa, eufórica, e assim passei o resto da noite, até…

Bem saí da faculdade e durante meio caminho tentei tirar aquele envolucro plástico da capa, que vamos combinar é um saco, e praticamente impossível de tirar quando não se tem unhas (é um saco, mas é muito bom, entende? Assim, é algo que você acabou de comprar/ganhar e a ansiedade causada pela dificuldade é sim positiva). Enfim, eu consegui abrir a capa, CD novinho, cheirosinho… enfiei de uma vez no toca CD e sai cantando e dançando loucamente em direção a minha casa.  Quando começa a tocar a faixa 3, um rockzinho irado, eu vou parando num sinal fechado. Aproveito pra erguer os braços e ensaiar uma dancinha mais elaborada. É aí que eu vejo a Kombi ao meu lado, dentro dela (ah, se fosse só ela…) dois homens, voltando do trabalho, me olham e já se animam também. Eu já vou diminuindo a minha euforia, fico só batucando na direção… Até então massa, é só uma menina feliz, curtindo um som bacana, (ah porque a orquestra de Roberto Carlos é tudo, quem já foi num show do Rei sabe, rock´n´roll mesmo!) num volume legal, vidro aberto pra entrar aquela brisa, aííí… Das caixas de som do carro da moça animada e sorridente sai uma vozinha fanha cantando “Vinha voando no meu carro quando vi pela frente…” Putz, nesse momento, eu queria me enterrar asfalto abaixo. Fiquei gelada, não sei com que coragem, olhei para os homens, um olhava estático para mim, o outro ria tapando a boca. Rolou até uma descarga de adrenalina. Olhei pra frente e o sinal lá, vermelhão. Aí o jeito foi cantar junto com Roberto “…na beira da calçada um broto displiscente…”, um deles em solidariedade até cantou uns versinhos comigo. O sinal abriu e eu arranquei, vrrumm… dois segundos depois soltei uma gargalhada fenomenal e relaxei. Mas até perdi o tesão de continuar cantando aquela música, tive que trocar a faixa. Nunca na minha vida tive vergonha do Rei,nem costumo me importar quando os motoristas vizinhos me vêem dançando e cantando alto, mas hoje, talvez pela vergonha alheia que os moços tiveram de mim, me envergonhei também. Passados alguns segundinhos depois eu já cantarolava “meu calhambeque bip bip…”. Mas relembrar daquele momento… broto, sinistro!

 

O dia que quis fugir com o circo…

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Fui ao circo. Não, não queria. Preconceito porque era um circo grande pipipi papapa… Ganhei os ingressos, todos iam, insistiram, eu fui. Mal cheguei, mal sentei, já chorava. É muito lindo. Tudo. Das as recepcionistas ao mágico, então filho do dono, Seu Thiany. É tudo magia. Pra ir num circo você tem que estar desprovido de qualquer preconceito, qualquer medo, qualquer pudor. Ah, porque no circo o erotismo está implícito, explicito! É porque circo é do tempo do politicamente incorreto, de quando o brega era bonito, dos latinos cavalheiros, das mulheres objetos, dos animais enjaulados, da maçã do amor, churros e pipoca doce, do tempo da magia. E por um momento, ou melhor, por quase três horas, é maravilhoso (re)viver esse mundo, deixar certas coisas de lado, e liberar a imaginação, a magia, o coração.

Minhas mãos formigavam de tanta palma, as da moça de trás também.

No intervalo, quase todos foram ao lobby, aonde tinha pipoca, algodão doce, refrigerante, refresco, churros e rosquinhas, tudo a preços irreais, claro. Eu fiquei assim bem boba olhando ao redor, a lona (ah, sempre gostei das lonas de circo). Foi aí que, desprovida de qualquer censura, pensei: quero fazer parte disso, quero rodar por aí com o circo, nem que seja por um ano. E fui. Calma, fui falar com o moço da iluminação que estava bem perto. Falei que por curiosidade queria saber como eles selecionavam seus funcionários e tal. Ele um tanto chato e com um espanhol bem pesado, disse “pra que? Você faz o que?” Eu fui logo dizendo de boca cheia, “sou atriz e bailarina”. Ele pediu um instante e chamou alguém no rádio, alguém que não vinha. Desisti de esperar e disse que deixava anotado meu email, deixei. No meio do segundo ato vem um homem(zarrão) me chamar, todo mundo olhando… fui lá e ele me deu o contato dele e as instruções do que devia conter no email (top secret). “Muchas gracias”, eu disse,e voltei ao meu assento, a gargalhar com um número do palhaço com a loira. Bem, fiquei satisfeita, e o circo também.

O espetáculo continuou, cheio de tudo aquilo de circo, sabe?

Terminou, meu sobrinho, e tantas outras crianças, pediam daqueles brinquedinhos de 1,99, mas que lá custa 10x mais… compramos, afinal estávamos num circo (e o biquinho dele…).

Saí. Cheguei em casa e jajá vou dormir, na minha cama. Quem sabe um dia eu não durmo num trailer…

Ufa!

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Então, todos os dias antes de conseguir dormir, fico um tempão rolando na cama e pensando, mais do que queria. Da minha cabeça brotam, espirram, borbulham pensamentos. Minha cabeça fica ainda menorzinha por tanta confusão. O médico diz que é ansiedade, e ‘coisas do TOC’. É, eu sei, é isso mesmo, também. Remédio pra isso… prefiro evitar. Sim, aí quando percebo que estou contando histórias, criando textos, aí que o sono some mesmo, e a mente se excita. Bem, pra pelo menos diminuir isso, resolvi tentar passar pro papel essas abobrinhas pertubadoras. É bem verdade que demorei séculos pra realmente executar essa idéia, e tive que ter a amável ajuda de um amigo pra poder criar um blog e tal (que apesar de todos os ensinamentos recebidos, eu só vou saber usar isso aqui, a parte “adicionar novo post”).

Bem, e esse primeiro texto é meio que uma explicação mesmo, porque não sou jornalista, contista, cronista, modista, aspirante a blogueira, sei lá. Só quero deixar minha cabeça mais calminha, e aí tô utilizando esse espaço, e também vocês, que se disporem a ler. Então Vocês (que devem ser meu eu exterior + dois ou três amigos…) não esperem muito disso aqui não. Aliás não esperem nada. Isso mesmo, não esperem nunca, em qualquer circustância, estou falando da vida mesmo (eiiita). Mas desejem, ah, isso sempre. Alors, até qualquer hora.

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